8 de setembro de 2016

Nutrição e ossos fortes

Nutrição e ossos fortes


Olá pessoal, hoje vamos falar sobre doenças nos ossos que acometem muitas pessoas: a Osteopenia e a Osteoporose.

Osteopenia

A osteopenia, é a diminuição da massa óssea, causada pela perda do cálcio, podendo ter como consequência, a osteoporose.

Osteoporose

Na Osteroporose, já podemos dizer que acorre a redução progressiva da densidade da massa óssea (matriz e mineral), de tal forma que os ossos afetados se tornam porosos, frágeis e predispostos a fraturas.

Alimentação na osteopenia e osteoporose

A dieta deve garantir quantidade e biodisponibilidade de nutrientes associados à composição óssea como cálcio, vitamina D e frutas cítricas, além de boas quantidades de fitoestrógenos (eles atuam de forma semelhante ao estrogênio humano), e isso mantém a composição óssea.

Como o tecido ósseo é um tecido vivo, ele está em constante atividade durante toda nossa vida, e é formado por cálcio, colágeno e outros minerais.

Até os 35 anos de idade, há equilíbrio entre os processos de destruição (reabsorção) e de formação, mas, após essa idade, a perda óssea aumenta gradativamente, como parte do processo natural de envelhecimento.

Food sources of calcium
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Fatores de risco:

A orientação nutricional deve considerar além da idade, fatores precipitantes como uso excessivo e prolongado de anticonvulsivantes e corticóides, pessoas com deficiência da enzima lactase (intolerantes à lactose) e pessoas com baixo consumo de fontes de cálcio e sedentarismo.

Atenção:

Diversos fatores (físicos e ambientais) podem aumentar o risco de osteoporose. Os principais são:

1) Sexo: mulheres, pois têm osso mais leves e finos, além da falta de produção de hormônio estrógeno na menopausa.

2) Idade: o processo natural de envelhecimento reduz a velocidade de reposição de novas células ósseas pelo organismo.

3) Histórico Familiar: fator genético a osteoporose, por isso quem tem familiares que já apresentaram a doença está mais sujeito a desenvolvê-la.

4) Raça: risco maior em mulheres de origem caucasiana ou asiática. Afrodescendentes e latinos têm menor ricos.

5) Tamanho do corpo: pessoas com baixa estatura e baixo peso têm maior propensão a desenvolver osteoporose.

6) Estilo de vida: dieta pobre em cálcio, falta de vitamina D, sedentarismo, uso de bebidas alcoólicas e cigarro aumenta o risco.

Alimentos que você deve preferir:

  • Alimentos ricos em Vitamins D (peixes, óleo de fígado de bacalhau, fígado de galinha, manteiga ghee) ou a suplementação da vitamina que deve ser feita pelo seu nutricionista ou médico.
  • Alimentos ricos em cálcio: ovos, tofu, brócolis, couve, couve-flor, amêndoas, sardinha, gergelim, grão de bico, leite, derivados e linhaça.
  • Frutas cítricas (laranja, kiwi, acerola, limão) junto a alimentos ricos em cálcio;
  • Banho de sol até 10h da manhã ou após 16h;
  • Alimentos ricos em fitoestrógenos: tofu, amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará, nozes, repolho, brócolis, couve-flor, rabanete, e leguminosas.

Alimentos que você deve evitar:

– excesso de sal/sódio;

– excesso de gordura;

– alimentos ricos em fósforo: aveia, levedo de cerveja, produtos industrializados com aditivos à base de fosfato;

– bebidas alcoólicas;

– alimentos ricos em cafeína: café, chá mate, chá preto, refrigerantes à base de cola, guaraná natural;

– alimentos ricos em ácido oxálico: chocolate, espinafre, morango, beterraba, farelo de trigo.

Se você apresenta algum desses sintomas, procurar sempre um médico e um nutricionista para melhor avaliação de sua dieta e necessidades diárias.


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Beijos da Nutri,

Vanessa Baad

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