3 de novembro de 2016

Novembro azul: Câncer de próstata

Somente no ano de 2015 estima-se, 69 mil casos de câncer de próstata de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

No mês de novembro os profissionais da saúde se mobilizam realizando ações junto à comunidade e nas redes sociais, oferecendo conhecimentos sobre os cuidados com a saúde do homem e a prevenção contra o câncer de próstata. Contudo vale ressaltar a necessidade de mudanças no estilo de vida, durante toda a vida, para a garantia de bem-estar.

Bom e a alimentação onde se enquadra no combate contra o Câncer de Próstata? Alguns estudos mostram que a doença é 10 vezes mais comum em norte-americanos do que em japoneses, contudo, os dados se igualam, quando os japoneses passam a residirem nos Estados Unidos. O que indica que a incidência está relacionada a fatores ambientais ou dietéticos, mais influente do que a hereditariedade. Por isso a alimentação tem tanta importância!

Alimentos que não podem faltar no seu dia a dia:

-Consumir leite diariamente, escolha leite desnatado e os derivados sem gordura ou dê preferência ao leite de origem vegetal, assim obterá vitamina D e cálcio, com menos gordura saturada;

-Utilizar alho e cebola nas preparações, ambos apresentam componentes antioxidantes (que combatem moléculas dentro do corpo que o agridem e podem causar câncer, são os chamados-radicais livres);

-Consumir tomate e derivados (podem diminuir 35% os riscos dessa doença), preferencialmente os orgânicos, e os derivados naturais, sem adição de conservantes, aditivos, açúcares e sódio. Os tomates contem a substância chamada licopeno, que também atua como antioxidante;

As oleaginosas são alimentos que devem ser consumidos diariamente

 

-Consumir oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas, amendoins) ricas em selênio, importantes antioxidantes;

-Consumir vegetais de forma variada. Incluindo especialmente o brócolis e couve-flor, ricos em ácido fólico, importante para combater os radicais livres;

-Consumir peixes; diminuir o consumo de gorduras saturadas (origem animal, como banha de porco, manteiga, toucinho, gordura nas carnes de boi); consumir alimentos ricos em fibras, tais como frutas, hortaliças, cereais integrais.

-Manter o controle do peso; ingerir álcool com moderação; não fumar e praticar exercícios físicos regulares.

O baixo custo da mudança em se ter hábitos saudáveis é o alto preço de uma vida cheia de saúde.

Colunista: Paloma Martins


Gostou da matéria?

Faça seu cadastro aqui no blog 😉

Deixe seu comentário